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Caminhando estrelas

         

                     Max Klim

Caminhando estrelas

         

                     Max Klim

A astrologia representa a soma de todo o conhecimento psicológico da Antiguidade

 

                                                                                                                    Carl Gustav Jung

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2018 o ano de Júpiter                                                

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O 49º ano da Era de Aquário, iniciada em 20 de julho de 1969 com a descida do primeiro homem na Lua, coincide com o segundo ano do Grande Ciclo Astrológico de 36 anos regido por Saturno e que se iniciou em 2017 e nos levará até 2052.

 

Neste segundo ano do novo ciclo, nos ciclos menores com duração de sete anos, a regência de 2018 caberá ao chamado “Grande Benéfico” do Zodíaco, o planeta Júpiter, base e fonte do impulso de benevolência e proteção em fase de expansão.

 

Júpiter, nome romano de Zeus o deus grego que dominou o tempo representado por seu pai Cronus que por ele foi destronado, é o maior nome entre as divindades da civilização greco-romana, Júpiter representa a Justiça no Olimpo – a morada dos deuses - governando assim as leis e o processo legal no que é considerado na astrologia desde a Antiguidade o senhor da riqueza, do tempo de lazer, dos grandes negócios, da moralidade, da prosperidade e da indulgência. Daí sua conceituação de planeta benéfico para os seres humanos.

 

Júpiter é o maior planeta em massa do nosso sistema solar e o primeiro dos cinco “planetas lentos” fazendo parte do que tradicionalmente chamamos de “setenário”, os sete planetas observáveis a olho nu.

 

Até a descoberta de Netuno em 1846 Júpiter era regente de Sagitário e Peixes passando depois a governar apenas o signo do Centauro e a nona casa do zodíaco, campo das aspirações humanas e onde são governadas a riqueza, a religião, a lei, a educação e a filosofia, além dos nossos sonhos e visões.

 

Seu papel no cotidiano é dar curso às lições que aprendemos com a própria vida em aplicação prática do princípio de benevolência e de proteção exercido sobre as pessoas.

 

É, por sua ação, a expressão prática do desenvolvimento, da integração, do otimismo, da sorte e da proteção. Mas, do lado negativo, é senhor do exagero, dos excessos e do acúmulo de maus aspectos o que o fez receber desde muito tempo o velho adágio de que “Júpiter torna louco os que quer por a perder”.

 

Sua regência se estende forte sobre jornalistas, temas militares, autores dramáticos, os grandes negócios e a prosperidade em ação que promove a saúde e o crescimento.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Júpiter (em latim, Iuppiter, Dis Pater e deus pater, em grego Zeu pater era o deus roma-

no do dia, comumente identificado com o deus grego Zeus. Também era chamado de

Jove (Jovis). Na mitologia romana, Júpiter é o pai do deus Marte. Assim, Júpiter é o avô

de Romulo e Remo, os lendários fundadores de Roma. Júpiter é filho de Saturno e Cibele.

(Wikipédia)

 

 

O período efetivo da regência de Júpiter se fará a partir das 13h16 de 20 de março, quando o Sol dará começo ao novo ciclo na natureza com a chegada do Outono no nosso hemisfério sul e à primavera no hemisfério norte. Até essa data ainda estaremos sob a influência de Saturno e dessa ocasião em diante ganharão destaque e importância os grandes negócios; o comércio; as relações com o estrangeiro; as igrejas como fatores de ampliação da espiritualidade e um período de supervalorização da ética e da opinião pública.

 

 

Regente do ano: Júpiter

Signo do ano: Sagitário

Símbolo: a representação gráfica do Centauro e da primeira letra do nome de Zeus em grego

Regência sobre o corpo: as funções hepáticas, os males que resultam dos excessos, a obesidade, o colesterol, a hipertensão, o fígado, o sangue arterial, os quadris e o pâncreas.

Palavra chave: a expansão

 

Influência dominante: aumento da autoconfiança, a boa vontade autoritária, o amor aos prazeres e a tendência a desconhecer os próprios limites.

 

Conceito chave: a existência e a autoridade

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

                                                                   A Terra comparada a Júpiter

 

 

         

                                                    O Brasil em 2018

 

 

     

     Os mapas de Revolução Solar e de Trânsitos, duas das mais comuns formas de previsão astrológica, indicam para o Brasil em 2018 uma época de dificuldades, transtornos em panorama indefinido quanto aos rumos do País como Nação.

                

    A primeira e maior dessas influências está na regência do ano que é o segundo do Grande Ciclo Astrológico de Saturno, com duração de 36 anos e que começou exatamente em 2017. Este ano pela dupla regência saturnina, vez que o planeta dos anéis foi também regente do ano nos ciclos curtos de regência astral, se alonga até 20 de março de 2018 quando começa o novo ano solar, então sob a regência de Júpiter.

 

      Este aspecto que envolve simultaneamente Saturno, considerado o “grande maléfico” do Zodíaco e Júpiter, ao contrário apontado como o “grande benéfico” nas suas influências sobre as pessoas, trará uma época de choques e confrontos, avanços e recuos, divisão e insegurança, especialmente no campo político institucional que o País vem enfrentando de forma acentuada desde 2016.

 

      Saturno rege o princípio do aprendizado com o qual os seres humanos gravam as lições apreendidas com a vida e não mais as esquecem. Isso mostra a importância histórica dos eventos ocorridos sob sua regência. Esse planeta representa no zodíaco o impulso de segurança e mostra os campos nos quais nos sentimos menos seguros.

 

 

 

 

 

 

 

 

      Júpiter, por seu turno é o senhor da moralidade, da prosperidade e da indulgência sendo considerado o juiz, o jurista e o protetor com influência benéfica ao contrário do regente do Grande Ciclo.

 

      O choque entre essas influências mostra bem as origens da crise sócio-econômica e institucional que praticamente paralisou o País e como conseqüência vai fazer de 2018 um ano em que a ordem estabelecida constitucionalmente seja subvertida pelo empoderamento de um dos três poderes da República sobre os outros dois ao mesmo tempo em que semeará pela ação da mídia engajada politicamente uma noção de que vivemos num País onde o Judiciário – o poder superdimensionado – domina os dois outros – o Executivo e o Legislativo.

 

      Tal condição vem à tona especialmente com um aspecto longo e de forte efeito, formado pela oposição de Netuno com o Sol que se dará de forma direta entre janeiro e março e depois, com maior intensidade entre julho e novembro. Essa oposição mostra tendência “escapista” pela qual a realidade será mascarada por atos e atitudes dos líderes nacionais e envolve não apenas o julgamento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva pelo TRF4 em janeiro, mas também a eleição presidencial em outubro, colocando ambos os eventos sob a égide da imprevisibilidade e do irrealismo.

 

      Todo esse quadro é reforçado por um aspecto negativo entre Saturno e Plutão que vigorará em Janeiro e de julho a outubro de 2018 apontando uma época de “acontecimentos desagradáveis que surgirão inesperadamente” e mostra que “algum plano muito sonhado pode acabar não se realizando” e aconselhando a diversificação de interesses para evitar “os sofrimentos e os malefícios” para a população.

 

      Este aspecto parece envolver tanto a eleição quanto a disputa esportiva da Copa do Mundo na Rússia quanto um panorama negativo no qual a mídia assume papel muito significativo ao centrar seu trabalho em apenas um campo: o da criminalização da política e a supervalorização dos jogadores de futebol.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

     

 

 

 

 

 

Esta avaliação negativa também vem do mapa de Revolução Solar que coloca a Lua na Casa 1 a partir de março de 2018 trazendo em resumo uma época “em que haverá muita instabilidade e fortes e  bruscas mudanças na vida nacional. A autoconfiança do brasileiro poderá ser abalada  por esta  posição que gera muita insegurança”. No campo político a interferência de fatores externos na rotina do voto e de democracia em especial nas eleições de outubro “gerará quadro de desconfiança e dúvidas”. O ativismo judicial e midiático “será muito ampliado gerando incertezas em um quadro de insatisfação com os rumos que o país vem tomando” e que se acentuará no correr do ano.

 

      Na economia todas as previsões realçam uma crise sem precedentes a se avizinhar com a deterioração das contas públicas e ampliação do déficit fiscal que engessarão de forma acentuada as ações de governo praticamente paralisando a iniciativa pública no campo dos investimentos e colocando em risco o cumprimento das obrigações mínimas do poder estatal.

 

      Para se contrapor a tudo isso, o caráter do povo brasileiro como o de todos os nativos de Virgem, tenderá a minimizar problemas e se concentrar em detalhes de pouca importância, desviando a atenção da real situação do País para praticar o já referido “escapismo” ou irrealismo que a influência de Netuno em oposição com o Sol trará ao Brasil. E isso será superdimensionado pela mídia.

 

      2018 não será um ano fácil para a população em geral. O mapa astral do país mostra Saturno na Casa 6 do zodíaco, campo que rege a saúde e o trabalho.

 

Pela influência do planeta sobre a saúde, devemos esperar um “tempo de preocupações” com uma época “ainda mais debilitada exigindo da população tolerância e  perseverança  para voltar à sua condição normal”.

 

Quanto ao trabalho, área mais sensível da vida nacional no embate com o capital o outro grande fator da produção, o aspecto revela que “o povo brasileiro vivenciará um período de insatisfação e restrições”. Não será uma “boa época para a geração de emprego, para o salário e para os direitos trabalhistas”. A população precisará ter paciência para evitar atritos. Saturno afetará fortemente com essas influências a chamada “classe media” e os mais pobres que sentirão diretamente os efeitos da crise que se alonga de forma anormal pelo novo ano.

 

      O panorama geral da macro-economia mostra que as propaladas reformas defendidas pelo atual governo “não serão materializadas de forma realista” registrando “mudanças profundas no que se pretende e mais insatisfação”.

 

      O País vivenciará durante 2018 um quadro que levará inevitavelmente a um aprofundamento das contradições da vida nacional e a um desfecho de rumos imprevisíveis e que sugere mudanças sensíveis nos mais diferentes campos da atividade pública, do governo e dos interesses da sociedade.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

         2018 para os signos

 

 

           ÁRIES - 21 de março a 20 de abril

 

A coragem, o senso combativo natural do signo, o ardor com que Áries enfrenta seus desafios, o talento para a liderança e permanente busca por liberdade e ação, caracterizam a influência de Júpiter sobre o primeiro dos signos do Zodíaco. Áries, neste ano vai mostrar maior coragem que a habitual, capacidade executiva e criativa, embora com ampliação do egocentrismo que já é traço típico do signo. O nativo de Áries deverá atentar ainda mais para sua tendência a considerar o “eu primeiro”, dando curso a sua natural generosidade.

 

 

            TOURO - 21 de abril a 20 de maio

 

Para os taurinos 2018 será um ano voltado às questões financeiras que ele conduzirá com acerto e objetividade. O nativo do segundo signo enfrentará seus desafios com profunda compreensão do verdadeiro valor da vida. Haverá neste ano uma ampliação do prazer do taurino com o conforto e o bem estar. Junto a isso terá um desenvolvimento maior na acumulação de bens materiais e preocupação com a justiça e princípios religiosos em época de muito comodismo, tranquila teimosia e preocupação com o senso de justiça.

 

           GÊMEOS - 21 de maio a 20 de junho

 

A principal influência de Júpiter sobre os nativos de Gêmeos se dará sobre a mente que se faz mais aberta, original e com muita vivacidade. Este novo ciclo para o geminiano estará baseado essencialmente na vida intelectual e nas trocas. Será um ano de aprendizado pelo autodidatismo. Mas, o lado temperamental de Gêmeos alcançará níveis exagerados para se manifestar de forma livre e inesperada. O talento de Gêmeos se mostrará das formas mais variadas e haverá necessidade de controle da inquietação típica do signo.

 

         CÂNCER - 21 de junho a 21 de julho

 

Câncer sob a influência de Júpiter terá um ano em que sua lida com dinheiro será favorecida e haverá a possibilidade de lucro envolvendo imóveis. Será um ano de sabedoria com as responsabilidades familiares, maior aptidão para as relações públicas e um amor profundo por crianças e pela juventude. A ação do maior planeta de nosso sistema solar se dará sobre o ambiente de vida próximo, parentes, amigos e vizinhos em época que pede cuidado com o excessivo sentimentalismo que poderá afetar as atitudes do nativo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

         LEÃO - 22 de julho a 22 de agosto

 

O nativo de Leão terá em 2018 um ano que o verá prestativo e ambicioso com forte tendência ao êxito nos campos da política e das relações públicas. A exuberância, o sucesso e o poder serão os elementos que se destacarão no ano quando haverá a necessidade de reconhecimento pelo exercício das mais diversas formas do poder. As artes e os artistas nativos do signo ganharão em expressão e valor numa época de cuidar para não se ingressar no campo da arrogância ou do despotismo, com excessos e radicalismo nas atitudes.

 

 

         VIRGEM - 23 de agosto a 22 de setembro

 

Um ano em que o virgiano saberá lidar com maestria na obtenção da cooperação alehia e saberá como ninguém impor aos outros seus altos padrões de comportamento é a marca distintiva de 2018 para os nativos do signo da deusa Ceres. As principais características do seletivo filho de Virgem são bem ampliadas pela ação de Júpiter que dá maior respeito à ordem e aos códigos de moralidade e ética. Virgem se fará durante o ano mais analítico, estudioso, prático e sutil embora seja muito limitado no campo afetivo. Mas, também poderão ocorrer fases de excessiva auto-valorização e suficiência.

 

          LIBRA - 23 de setembro a 22 de outubro

 

2018 será para o nativo de Libra sob a influência de Júpiter uma fase em que se postará como observador do mundo em época de reflexão profunda sobre o sentido da vida. Júpiter dá ao libriano a possibilidade de assumir o papel de moderador e condutor do meio em que vive pela aplicação prática da autoridade do equilíbrio. Neste ano se manifestarão de forma intensa a capacidade artística, o bom gosto e a facilidade no uso da palavra em época de refinamento e idealismo. O senso ético do nativo aflorará de forma forte.  

 

          ESCORPIÃO - 23 de outubro a 21 de novembro

 

Júpiter trará ao nativo do oitavo signo uma época de especial significação pela fé que tem em si e por sua vontade de impor aos outros seus valores e conceitos. A perseverança que se soma à autoridade são os elementos dessa influência do Grande Benéfico sobre o antigo signo da Águia e símbolo atual da vontade férrea, do sexo e da determinação. A coragem e a fidelidade farão parte de sua abordagem de vida que refletirá a profunda compreensão do que é místico e oculto. A perspicácia será o dom a distingui-lo dos demais.

 

           SAGITÁRIO - 22 de novembro a 21 de dezembro

 

A regência de Júpiter pelo seu próprio domicílio no zodíaco, o signo do Centauro, se fará por uma rara sensibilidade e capacidade de ver as oportunidades e aproveitá-las de forma positiva. Será um ano em que a aura de dignidade e moderação fará com que o nativo exerça com êxito funções de mando, com atração pela vida ao ar livre, pela religião e pelos esportes. 2018 será época que o verá feliz por estar em meio aos jovens. O gasto de dinheiro será pródigo e livre e você deve conter atitudes de imprudência e arbitrariedade.

 

            CAPRICÓRNIO - 22 de dezembro a 20 de janeiro

 

A influência mais significativa da regência de Júpiter em Capricórnio está no exercício frio e calculado da política e do poder que são naturais do décimo signo. Os dons de honradez, puritanismo e austeridade passam a integrar o rol de suas características mais marcantes em 2018. Vai demonstrar ânsia por estabilidade econômica e financeira em meio a meses de paciência e dedicação com facilidade nos negócios com terras. Haverá também neste novo ano uma forte tendência à avareza, à intolerância e o excessivo orgulho.

 

            AQUÁRIO - 21 de janeiro a 19 de fevereiro

No ciclo em que vivemos sob a influência direta de Júpiter, o nativo do signo do Aguadeiro se beneficiará de uma aura de generosidade desinteressada de época de inspiração aguda, aversão à rotina, senso de justiça e êxito ao enfrentar as demandas habituais no campo material. Sua abertura aos avanços éticos, especialmente da ética, a boa avaliação das diferenças e o bom uso da tecnologia da tecnologia serão destaque no cotidiano. Mas, o ano terá como aspectos desafiadores a falta de tato e a intolerância.

 

            PEIXES - 20 de fevereiro a 20 de março

 

Júpiter amplia para o nativo de Peixes a sua sensibilidade social e a natureza generosa dos nativos que terão neste novo ano a imaginação e o serviço que se preta aos outros como destaques de uma época de inspiração para dar curso a sua natureza gentil, simpática e modesta. Assim, 2018 será um ano de popularidade e desembaraço na lida rotineira com sua vida pessoal e profissional. Os que atuam do campo da saúde ganharão ainda maiores benefícios e todos serão privilegiados pelo senso apaziguador de Peixes. 2018 será também ano de responsabilidades excessivas.

 

 

 

 

 

 

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